BOAS VINDAS!

SEJAM BEM-VINDOS AO BLOG DA PROFa. LUCIANNE. AQUI VOCE ENCONTRA NOVIDADES E CURIOSIDADES NA ÁREA DA BIOLOGIA , EDUCAÇÃO AMBIENTAL E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Le Groenland et l'Antarctique pourraient fondre plus vite que prévu


Une récente étude menée par des scientifiques américains montre que la fonte de la glace immergée de l’Antarctique et du Groenland pourrait s'accélérer au-delà de ce que les modèles ne prévoyaient.
Jusqu’à présent, concernant la fonte des glaces, les scientifiques s’étaient surtout intéressés à l’impact du réchauffement atmosphérique. Mais qu’en est-il de l’impact du réchauffement de l’eau ? Dans une étude parue dans Nature Geoscience, des chercheurs américains ont montré que l’océan qui entoure le Groenland subira une augmentation de température de 1,7 °C à 2 °C à l'horizon 2100 (voir le graphique ci-dessous). Concernant l’Antarctique, l’augmentation serait moindre (0,6 °C).
« Si vous laissez un glaçon dans une pièce chaude, il va mettre plusieurs heures pour fondre. Mais si vous le mettez dans de l’eau chaude, il fondra en quelques minutes ». C’est avec ce préambule que Jianjan Yin, chercheur à l’université d’Arizona, explique le mécanisme de la fonte des parties immergées des glaciers du Groenland et de l’Antarctique.

Impact sur la montée des eaux
Les glaces qui sont immergées ne peuvent donc pas être considérées comme celles qui sont émergées et on ne peut pas prédire leur devenir en utilisant les mêmes modèles. C’est pour cela que 19 modèles extrêmement précis ont ici été utilisés pour prévoir l’évolution des inlandsis jusqu’en 2200.
L’augmentation prévue par ces modèles est nettement supérieure à la moyenne de 1 °C calculée par les anciens modèles qui ne prenaient pas en compte le réchauffement de l’eau. La conséquence de cette augmentation de température est la fonte de la glace immergée à des profondeurs comprises entre 200 et 500 mètres, ce qui entraînerait une augmentation du niveau de la mer.
Fonte par les glaciers côtiers
Le réchauffement des eaux serait directement lié à la fonte des glaciers côtiers qui se terminent dans la mer à des profondeurs allant jusqu’à 1.000 mètres. Au niveau de la frontière entre l’inlandsis et la mer, ils agissent comme des barrières, empêchant le glacier de glisser vers la mer.
Fragilisées par la fonte des parties sous-marines exposées à un réchauffement de l’eau, ces barrières ne joueraient plus leur rôle. Cela provoquerait un accroissement du flux des glaciers vers la mer, accélérant encore un peu plus la montée des eaux. Ce phénomène, qui avait déjà été observé, ne pouvait cependant pas être imputable au réchauffement atmosphérique uniquement, confirmant les thèses de Yin et ses collègues.

Fonte: http://www.futura-sciences.com/fr/news/

Video sobre a contaminação das águas

Rio+20 poderá gerar órgão mundial destinado à preservação do meio ambiente

Autoridades de países que são alvos de críticas internacionais por causa da forma como tratam a preservação ambiental e o estímulo à economia verde, deverão participar da Conferência Rio+20, de 28 de maio a 6 de junho de 2012, na área do Porto do Rio de Janeiro. A expectativa, segundo os organizadores, é que a China, Índia e os Estados Unidos enviem emissários do primeiro escalão do governo para os debates. As discussões da cúpula poderão gerar a proposta de criação de um órgão específico internacional para a área ambiental.

O órgão, em estudo, ficará subordinado à Organização das Nações Unidas (ONU), como ocorre com a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) – que será comandada pelo brasileiro José Graziano da Silva.

A ideia é que a sede do novo órgão, responsável pela área ambiental, seja na África. Atualmente só há uma agência da ONU para cuidar do tema, que é o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), cuja sede fica no Quênia. Criado em 1972, o programa tem o objetivo de fortalecer as ações mundiais de desenvolvimento sustentável.

As autoridades brasileiras e estrangeiras, porém, concluíram que é necessário ampliar os esforços em nível mundial, pois hoje não há uma definição universal sobre economia verde nem foram estabelecidos os instrumentos, aceitos de forma global, para o desenvolvimento sustentável.

Renata Giraldi - Repórter da Agência Brasil
Fonte: http://www.ciclovivo.com.br/noticia.php/2877

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Alemanha anuncia que renunciará à energia atômica


BERLIM, 30 Mai 2011 (AFP) -O governo da Alemanha fechará os últimos reatores nucleares em 2022 e se tornará assim a primeira potência industrial a renunciar à energia atômica, anunciou o ministro do Meio Ambiente do país nesta segunda-feira.

A maioria dos 17 reatores alemães não estará mais em serviço no fim de 2021 e os três últimos - os mais novos - serão utilizados até 2022 no mais tardar, explicou o ministro Norbert R¶ttgen, que chamou a decisão de "irreversível", após as negociações da coalizão de governo da chanceler Angela Merkel.

A Alemanha tem 17 reatores nucleares, oito deles já estão desconectados da rede de produção de energia elétrica. Estas oito instalações não serão reativadas, destacou o ministro.

O país terá que encontrar até 2022 uma forma de cobrir 22% de suas necessidades em termos de energia elétrica, atualmente cobertas pelas centrais nucleares.

A interrupção definitiva dos 17 reatores nucleares alemães em 2022 é praticamente um retorno ao calendário fixado no início dos anos 2000 por uma coalizão social-democrata/verdes.

A chanceler alemã, no entanto, conseguiu aprovar no fim de 2010 uma prorrogação de 12 anos em média para a duração legal da exploração dos reatores do país, contra a opinião pública do país, o que provocou uma explosão do sentimento antinuclear na Alemanha.

Após a catástrofe da central nuclear japonesa de Fukushima em março, Merkel interrompeu imediatamente o funcionamento das centrais mais antigas do país e iniciou um debate sobre o abandono da atividade nuclear civil, que deve resultar em uma decisão formal no conselho de ministros de 6 de junho.

Em 23 de março, a chanceler declarou que "quanto antes for abandonada a energia atômica, melhor".